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Geral

Dor crônica

Você está cuidando bem das suas dores?

Você está cuidando bem das suas dores? 342 245 Iberê Datti

Por muito tempo associamos dor apenas com lesão tecidual (dor nociceptiva).  

Atualmente sabemos que diversos fatores podem ser causadores ou moduladores das experiências dolorosas. Principalmente nos casos de dor crônica.  

Existem pelo menos dois outros mecanismos que podem causar ou piorar os quadros de dor. 

  • Lesão de nervos (dor neuropática) 
  • Sensibilização do sistema nervoso central (dor neuroplástica).  

Por isso, a abordagem mais recente dos quadros álgicos deve ir além da simples investigação de dor causada por inflamações e lesões teciduais, e o tratamento muitas vezes não deve se restringir ao uso de analgésicos, anti-inflamatórios e fisioterapia. 

Se você sofre com dor crônica, procure um profissional que possa te avaliar cuidadosamente e planejar a melhor estratégica terapêutica para você.

Sou ortopedista especialista em cirurgia de Joelho pela USP.

Há 10 anos ajudo meus pacientes a recuperar a função de seus joelhos e retomar a qualidade de vida.

Sei que também posso te ajudar.

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Síndrome da Fragilidade

Síndrome da Fragilidade

Síndrome da Fragilidade 1280 854 Iberê Datti

Síndrome da Fragilidade

A Síndrome da Fragilidade é uma condição comum entre pacientes idosos e está associada ao acometimento de diversos órgãos e sistemas do corpo, levando a diminuição da reserva fisiológica e capacidade funcional do paciente.

Esses pacientes frequentemente possuem sarcopenia (diminuição da força e da massa muscular) e osteopenia/osteoporose (diminuição do estoque ósseo), o que favorece quedas, fraturas e piores desfechos nos tratamentos cirúrgicos, algumas vezes com alta mortalidade.

Essas condições quase sempre estão associadas a outros declínios de capacidade fisiológica/funcional, como piora das funções renal, cardíaca, pulmonar e cognitiva.

O tratamento para sarcopenia e osteopenia e osteoporose é apenas um dos pilares do tratamento da síndrome da fragilidade, que deve ser multidisciplinar, depende de treinamento resistido para melhoria da função muscular, ingestão adequada de proteínas e controle adequado das doenças presentes (sempre com o cuidado de evitar o uso excessivo de medicações).

Se você tem um parente ou alguém próximo que pode ter síndrome da fragilidade eu posso ajudar. Agende uma consulta.

Sou ortopedista especialista em cirurgia de Joelho pela USP.

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Quais exercícios posso fazer se escolher não operar um Ligamento Cruzado Anterior (LCA)

Estou acima do peso – Posso Correr? 

Estou acima do peso – Posso Correr?  275 183 Iberê Datti

É muito comum que pessoas obesas ou acima do peso tenham dúvida se podem ou não correr. 

Essa dúvida é muito pertinente, já que atividade física é uma ferramenta fundamental no processo de perda de peso, mudança do estilo de vida e é uma atividade física fácil e acessível a praticamente qualquer pessoa. 

Muitos pacientes acreditam que correr é só para os magros. Felizmente isso não é verdade. Mas é preciso tomar alguns cuidados antes de sair correndo por aí sem orientação alguma. 

Três aspectos devem ser observados antes de liberar um paciente obeso para correr. 
 
1. Muitas vezes o paciente não tem apenas obesidade, tem obesidade e alguma outra doença: diabete, pressão alta, alteração do colesterol, entre outras. Esse paciente tem risco cardiovascular aumentado? Precisa de avaliação pré-participação esportiva com exames complementares? Se sim, há alguma limitação ou problema identificado? 
 
2. Alguns pacientes ficam cansados para ir da recepção até o consultório, precisam parar para descansar após caminhar apenas 1 ou 2 quarteirões. Nesses casos é possível imaginar que o esforço para caminhar já está próximo da alta intensidade para esse paciente. A demanda cardiovascular para correr é compatível com o planejamento de treino proposto? 
 
3. Muitas vezes, ainda antes de iniciar a prática de atividade física o paciente já tem queixa ortopédica, tendinopatias ou dores articulares. Será que submeter estruturas que já estão no limite da sua capacidade de trabalho a cargas ainda maiores impostas pela corrida é a melhor opção? 
 
Se após avaliar esses 3 aspectos não houver nada que impeça ou deixe dúvida, o paciente com obesidade pode ser liberado para correr. 
 
OBS: esses 3 aspectos servem para praticamente qualquer paciente e praticamente qualquer atividade física.

Sou ortopedista especialista em cirurgia de Joelho pela USP.

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10 perguntas para fazer ao seu médico antes de uma cirurgia 

10 perguntas para fazer ao seu médico antes de uma cirurgia 

10 perguntas para fazer ao seu médico antes de uma cirurgia  1920 1341 Iberê Datti

Passar por uma cirurgia é sempre um momento delicado na vida de uma pessoa. Por isso não pode haver dúvidas quanto a indicação nem por parte do médico, nem por parte do paciente.

Perguntas a Fazer Antes da Cirurgia

Deixo aqui uma sugestão de 10 perguntas para você fazer ao médico antes de uma intervenção cirúrgica. 

1. Por que eu preciso dessa cirurgia? 
 
2. Como ela será feita? 
 
3. Existem outras opções de tratamento? Essa cirurgia é a melhor opção para mim? 
 
4. Quais são os possíveis riscos, benefícios e complicações ? Como meu histórico de saúde e os remédios que eu uso alteram os riscos, benefícios e possíveis complicações ? 
 
5. Quais são as opções de anestesia? Qual a melhor anestesia para mim considerando meu histórico de saúde e os remédios que eu uso? Como serei monitorizado durante a cirurgia? Preciso de avaliação pré-operatória por um clínico ou anestesista? Vou precisar de exames de sangue ou algum outro exame laboratorial antes? 
 
6. Como devo me preparar ? Vou precisar de algum preparo especial – exames, doação de sangue, mudar rotina de medicações? Vou precisar mudar minha dieta ou hábitos alimentares antes ou depois? Preciso de quanto tempo de jejum da cirurgia? Devo tomar meus remédios de uso habitual no dia do procedimento? 
 
7. Como será minha recuperação pós-operatória quanto a reabilitação, medicação, dieta, cuidados pessoais em casa? Quais cuidados eu vou precisar ter em casa? Quando vou poder voltar as minhas atividades habituais (trabalho, dirigir, atividade física)? Vou precisar de remédios (antibióticos, analgésicos)? Vou sair do hospital com drenos ou acessos periféricos? Vou precisar de algum acessório especial (muleta, bengala, imobilizador) no pós-operatório? 
 
8. Você pode me falar a respeito da sua experiência com essa cirurgia? Você costuma fazer essa cirurgia? Quais as taxas de sucesso e complicação? Você fez residência médica em serviço credenciado? Qual? Você é titulado pela sociedade responsável pela área? Qual? Como posso falar com você para tirar eventuais dúvidas futuras? 
 
9. Em quais hospitais você costuma operar? 
 
10. O procedimento será totalmente coberto pelo convênio/seguro de saúde? 

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Medicina Regenerativa

Medicina Regenerativa – O que é e o Que Ela Pode Fazer por Você 

Medicina Regenerativa – O que é e o Que Ela Pode Fazer por Você  800 450 Iberê Datti

Medicina Regenerativa

A Medicina Regenerativa é um ramo da medicina focado no desenvolvimento de métodos para regenerar, repara e substituir células, tecidos ou órgãos doentes ou danificados.  

Ela inclui a criação e o uso de células tronco, engenharia de tecidos e produção de órgãos artificiais. 

Trata-se de uma busca atual da ciência e da medicina. Esses tratamentos ainda estão no período inicial de desenvolvimento e têm pouca aplicação na prática clínica, mas já existem alternativas nessa linha disponíveis para os pacientes. 

Fazem parte de seu arsenal terapêutico: terapia gênica, PRP e tratamento com célula tronco, entre outros. 

Procure um ortopedista para saber se ela pode ser útil no seu caso. 

Medicina Regenerativa

5 Perguntas para Fazer ao Seu Médico 

5 Perguntas para Fazer ao Seu Médico  150 150 Iberê Datti

Participar ativamente, de forma consciente e bem-informada, dos cuidados da própria saúde é mais do que um direito do paciente, é um dever. 

Ser proativo na busca por informações (em fontes confiáveis) e resposta as dúvidas e questionamentos, além de fazerem parte da educação do paciente quanto a doença, podem ajudar a evitar a realização exames e tratamentos que tenham pouco benefício na melhora da saúde e da qualidade de vida, apenas agregando custos ao sistema de saúde e ao paciente. 

Por isso estimulo a seguinte reflexão: 

Será que todos os exames diagnósticos, tratamentos e procedimentos propostos pelo seu médico são realmente necessários? 

 
                Muitas condutas propostas pelos médicos são pouco benéficas, ou podem até mesmo fazer mal para o paciente. 
                Deixo aqui 5 perguntas para você fazer ao seu médico que podem te ajudar na tomada de decisão para o melhor caminho a seguir. 


                1. Eu realmente preciso desse exame, remédio ou procedimento? 
                2. Quais são os riscos e efeitos colaterais dessas medidas? 
                3. Existem alternativas mais simples e seguras? 
                4. O que pode acontecer se eu não fizer nada? 
                5. Qual o custo-benefício dessas medidas? 

slow-medicine

Você Sabe o Que É “Slow-Medicine”?

Você Sabe o Que É “Slow-Medicine”? 283 178 Iberê Datti

Você gostaria de atendimentos médicos menos impessoais e mais individualizados?

Entendendo melhor as indicações e custo-benefício de cada exame e tratamento?

Você sabia que parte das condutas médicas tem alto risco de malefício?

Você gostaria de ter participação ativa no seu tratamento, após ter sido bem orientado?

Você abriria mão de realizar o exame mais tecnológico existente em prol de uma boa consulta médica

Se você disse sim a qualquer uma dessas perguntas, você precisa conhecer a “Slow Medicine”. 

Conheça o “Slow-Medicine”

Não se trata de uma nova (pseudo)especialidade da medicina, ou uma nova tecnologia. Slow medicine é uma filosofia de trabalho e forma de pensar que tentam dar ao médico e ao paciente tempo para que as variáveis envolvidas em cada caso e as melhores condutas para cada paciente possam ser tomadas com calma, a fim de oferecer o melhor cuidado para cada indivíduo. Evitando exames, diagnósticos, procedimentos e tratamentos desnecessários e com alto risco-benefício. 

É um retorno aos primórdios da medicina, onde a consulta com anamnese e exame físico valem mais do que o exame complementar. Muitas vezes precisamos fazer menos para fazer melhor. 

Não é uma forma fácil de fazer medicina, a dinâmica da sociedade atual exige tomadas de decisões, respostas e feedbacks rápidos. Seria ótimo se com a medicina também fosse assim, mas não é. Bons cuidados em saúde dependem de tempo e paciência de todas as partes envolvidas. 

slow-medicine
“Slow-Medicne”: Sóbria, Respeitosa e Justa

Para essa abordagem funcionar é preciso que o paciente também entenda e aceite que, ao contrário do que vem acontecendo nas demais esferas de nossa vida, em saúde os processos podem precisar caminhar de forma mais lenta para funcionar melhor e com maior eficiência.

Se você se interessou pelo tema, pode gostar de conhecer um pouco mais dessa iniciativa no site deles: “SLOW-MEDICINE BRASIL”

Se você procura por um profissional disposto a te ouvir com atenção, te acolher e propor condutas terapêuticas personalizadas, respeitando suas individualidades e totalmente baseada em evidências. Agende sua consulta comigo. Será um prazer cuidar da sua saúde.

Reserva Funcional

Melhore a sua Reserva Funcional 

Melhore a sua Reserva Funcional  630 494 Iberê Datti

Melhore Sua Reserva Funcional

Os picos de capacidade aeróbia, massa óssea e massa muscular ocorrem entre os 20 e 30 anos de idade mais ou menos. 
 
Depois eles começam a cair cerca de 1% ao ano, de forma mais acelerada em mulheres após a menopausa.  
 
Baixas capacidade aeróbia, massa óssea (osteopenia/osteoporose) e massa muscular (sarcopenia) fazem parte da síndrome de fragilidade no idoso e estão associadas a piora da qualidade de vida e aumento da mortalidade. 
 
A melhor forma de combater esses problemas é com treinos aeróbios e resistidos em todas as idades. 

Não deixa para amanhã o que você pode começar a fazer hoje pela sua saúde. Procure um bom profissional para te ajudar. 

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PRICE e Peace-And-Love

Peace & Love – A Evolução do Protocolo PRICE 

Peace & Love – A Evolução do Protocolo PRICE  824 841 Iberê Datti

Durante a prática de atividades física e cotidiana estamos expostos a ter lesões e sentir dores. 

Iniciar o tratamento mais adequado o quanto antes é muito importante para o conforto do paciente, o controle da dor, o tratamento mais eficaz do problema e uma reabilitação funcional mais precoce. 

Por muito tempo a orientação aos pacientes é que seguissem o famoso protocolo para traumas ou lesões agudas chamado PRICE, que consiste em: 

  • Proteção 
  • Repouso 
  • Ice (Gelo) 
  • Compressão 
  • Elevação 

Apesar de ainda apresentar um resultado satisfatório em diversas situações, há alguns anos as orientações quanto a melhor conduta a ser tomada nas situações de trauma ou lesão aguda foram um pouco modificadas. 

A recomendação atual frente a essa situação é um protocolo apelidado de PEACE-AND-LOVE, que será explicado a seguir. 

Nas primeiras 48 a 72 horas após o evento, você deve seguir o PEACE 

  • PROTEÇÃO — Evite novos traumas. Se necessário, use imobilizadores e muletas. Mas tente não ficar totalmente parado. 
  • ELEVAÇÃO — Mantenha o membro acometido elevado, acima da altura do coração. 
  • AVOID/EVITAR ANTI-INFLAMATÓRIOS — Evite anti-inflamatórios. Mas não é uma proibição, eles podem ser necessários para controlar dor. 
  • COMPRESSÃO — Faça uma leve compressão com faixa ou meia de compressão elástica. 
  • EDUCAÇÃO — Informe-se sobre a sua lesão, estratégias de tratamento, tempo de recuperação e participe ativamente do tratamento e das decisões. 

Após esse período inicial a abordagem deve evoluir para LOVE 

  • LOAD/CARGA — Inicie exposição gradativa de cargas a região lesionada. O desconforto/dor é um bom parâmetro para saber o seu limite. 
  • OTIMISMO — Não deixe de ser realista quanto ao seu problema, mas mantenha uma visão otimista quanto aos resultados do tratamento. 
  • VASCULARIZAÇÃO — Exercícios aeróbicos de baixa intensidade ajudam na circulação sanguínea e diminuem a dor. 
  • EXERCÍCIOS — Exercícios focados em mobilidade articular, força e propriocepção devem começar o quanto antes. 
Peace & Love

Lógico, não se esqueça de procurar um profissional capacitado para te ajudar. 

Tive uma Lesão, e Agora? Protocolo PRICE

Tive uma Lesão, e Agora? Protocolo PRICE 150 150 Iberê Datti

ATENÇÃO

O protocolo PRICE, apesar de ainda muito utilizado e difundido, está um pouco ultrapassado.

Recomendo que você acesse esse outro post sobre o Peace & Love para ter informações mais atualizadas

Não é incomum que pequenos traumas ou acidentes causem lesões ortopédicas. Seja praticando alguma atividade física, ou seja realizando alguma atividade cotidiana, ninguém está isento de eventualmente cair, bater a perna, ou estirar um músculo, entre tantas outras lesões que podem acontecer.

Felizmente, a maioria dos traumas ortopédicos pode ser tratada em casa com medidas simples propostas pelo protocolo PRICE.

Mas o que é o protocolo PRICE?

PRICE é um acrônimo em inglês para proteção, repouso, gelo, compressão e elevação. São 5 medidas que podem te ajudar a melhorar nos primeiros dias e estão ao alcance de qualquer um.

  • PROTEÇÃO: evitar novos traumas ou lesões na região já machucada. Eventualmente o uso de imobilizadores, tipoias e muletas pode ajudar.
  • REPOUSO: diminuir o nível de atividade física temporariamente para permitir que seu corpo se recupere.
  • GELO: compressas geladas por 15 a 20 minutos a cada 2 ou 3 horas pode ajudar a melhorar a dor e a inflamação
  • COMPRESSÃO: curativos compressivos diminuem o edema local
  • ELEVAÇÃO: manter o segmento lesado acima da linha do coração também auxilia na diminuição do edema

Agora, se você se machucou e essas medidas iniciais não foram suficientes, talvez seja preciso ser avaliado por um médico. Nesse caso, eu posso te ajudar. Agende a Sua Consulta!

PRICE
Protocolo PRICE

Não se esqueça de consulta um ortopedista para te ajudar. Será um prazer te atender

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