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ARTROPLASTIA PARCIAL DE JOELHO 150 150 Iberê Datti

ARTROPLASTIA PARCIAL DE JOELHO

O joelho é dividido em 3 partes, chamadas compartimentos, elas são: medial, latera e patelofemoral. A prótese total de joelho é uma cirurgia que substitui os 3 compartimentos, mas nem todos os pacientes têm desgaste importante em todos os compartimentos, para esses pacientes é possível substituir apenas o compartimento acometido, a este procedimento damos o nome de artroplastia unicompartimental de joelho, ou prótese parcial de joelho.

Os objetivos da cirurgia de artroplastia unicompartimental são os mesmo da artroplastia total de joelho, melhora da dor, reestabelecimento da função e da mobilidade, e melhora da qualidade de vida. As vantagens da prótese parcial são: incisões menores, menor remoção de osso do paciente, menos sangramento, recuperação mais rápida, melhor amplitude de movimento e uma sensação de um joelho mais normal após a cirurgia. Já as desvantagens são melhora da dor menos consistente.

Nem todos os pacientes são candidatos a prótese parcial de joelho, converse com o seu médico a respeito do seu caso.

ARTROSCOPIA DO JOELHO 150 150 Iberê Datti

ARTROSCOPIA DO JOELHO

Artroscopia de joelho é um procedimento cirúrgico, pouco invasivo, realizado por por pequenas incisões (cerca de 1cm) usando uma câmera colocada no interior da articulação e todo um instrumental específico para esse procedimento. Diversas doenças do joelho podem ser tratadas por esse método.
Muitas doenças podem ser tratadas por artroscopia, as mais comuns são: lesões dos ligamentos cruzados, lesões meniscais, lesões de cartilagem, sinovite, ressecção de corpos livres, biópsia, limpeza de infecções intra-articular (artrite infecciosa do joelho).

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO PATELOFEMORAL MEDIAL 150 150 Iberê Datti

RECONSTRUÇÃO DO LIGAMENTO PATELOFEMORAL MEDIAL

A reconstrução do ligamento patelofemoral medial é indicada em alguns pacientes com instabilidade patelar. Este ligamento vai do epicôndilo medial do joelho a parte superior da patela, é o principal restritor do deslocamento lateral da patela e sua insuficiência pode levar a subluxação ou luxação lateral da patela.
A reconstrução desse ligamento geralmente é feita usando os tendões do próprio paciente (isquiotibiais, quadricipital, patelar) e visa garantir a estabilidade patelar. Após a cirurgia o paciente deve andar com um imobilizador de joelho por 3 a 6 semanas e em cerca de 3 meses pode retornar normalmente as suas atividades.

SUBCONDROPLASTIA 150 150 Iberê Datti

SUBCONDROPLASTIA

Saiba mais sobre a Subcondroplastia

BURSITE ANSERINA OU BURSITE DA PATA DE GANSO 150 150 Iberê Datti

BURSITE ANSERINA OU BURSITE DA PATA DE GANSO

As bursas são pequenas estruturas com aspecto gelatinoso que se encontram por todo o corpo, incluindo ombro, cotovelo, quadril, joelho e calcanhares. Elas ficam posicionadas entre ossos e tecidos moles e sua função é diminuir o atrito entre essas estruturas.

A bursite anserina é uma inflamação da bursa localizada entre a tíbia e os tendões isquiotibiais na parte interna do joelho, muitas vezes associada a tendinite desses tendões. A bursite ocorre quando a bursa fica inflamada, o que faz com que ela fique inchada e dolorosa, além de comprimir estruturas adjacentes.

Dor e desconforto na parte interna do joelho, aproximadamente 5 a 7 cm abaixo da linha articular, são sintomas comuns dessa doença.

OSTEOCONDRITE DISSECANTE DE JOELHO 150 150 neural

OSTEOCONDRITE DISSECANTE DE JOELHO

A osteocondrite dissecante de joelho é uma doença da articulação na qual um fragmento de cartilagem com uma pequena camada óssea se solta, podendo ficar no local de origem ou livre na articulação.

O local típico de ocorrência dessa doença é na parede lateral do côndilo femoral medial, mas pode acometer outras partes do joelho e até mesmo outras articulações do corpo.

O paciente típico que se apresenta com osteocondrite dissecante tem entre 10 e 20 anos, é do sexo masculino e prática esportes.

Não se sabe ao certo a causa exata da doença, mas existem algumas hipóteses: microtraumas de repetição, alteração da irrigação sanguínea local e osteonecrose. Parece haver um componente genético envolvido na origem dessa doença.

As queixas típicas do paciente são dor, edema e rigidez articular, diminuição da amplitude de movimento e travamento ou estalidos no joelho. Muitas vezes a prática de atividade física piora os sintomas.

O diagnóstico é feito por meio da anamnese, exame físico, radiografias e ressonância magnética. Já o tratamento depende da idade e maturidade esquelética do paciente e características específicas do fragmento solto, podendo ser conservador, com uso de analgésicos e muletas até melhora do quadro, ou cirúrgico.

As opções cirúrgicas variam entre fixação do fragmento solto no seu local de origem e tratamentos específicos para lesões condrais: perfuração, mosaicoplastia, transplante autólogo, por exemplo.

CISTO POPLÍTEO DE BAKER 150 150 neural

CISTO POPLÍTEO DE BAKER

Dentro do joelho há um líquido chamado líquido sinovial, sua função é diminuir o atrito entre as estruturas do joelho durante a movimentação, para que esse líquido fique restrito a região articular existe a cápsula articular, que funciona como uma capa de revestimento da articulação. Em algumas pessoas a cápsula articular pode desenvolver cistos, um deles é o cisto poplíto, ou cisto de Baker, que se forma na região posterior do joelho. Esse cisto pode acometer pessoas de qualquer idade, mas geralmente ocorre em pessoas de mais idade, e pode causar dor e sensação de rigidez no joelho.

São diversas as possíveis causas do cisto de Baker (artrose do joelho, artrite reumatoide, artrite gotosa, traumas prévios) e sabe-se que em muitas das vezes esse cisto está associado a lesões degenerativas do menisco. O diagnóstico é feito principalmente por meio da história clínica e do exame físico, mas exames como o ultrassom e a ressonância magnética podem ajudar.

A maioria dos cistos de Baker pode ser tratada de forma conservadora, sem cirurgia. Em casos específicos pode-se indicar a punção desse cisto ou o tratamento cirúrgico de condições que favoreçam o surgimento dele.

INSTABILIDADE PATELAR 150 150 neural

INSTABILIDADE PATELAR

A patela é um osso que fica na parte da frente do joelho entre os tendões quadricipital e patelar e se articula com a tróclea femoral durante a flexoextensão do joelho. Para que ela se mantenha centrada e estável sobre a tróclea durante sua excursão a anatomia óssea, os músculos e os ligamentos são importantes. A instabilidade patelar é caracterizada por eventos repetidos de luxação ou subluxação patelar e geralmente está associada a alterações de ao menos um de seus fatores estabilizantes (tróclea rasa, lesão dos ligamentos patelofemorais, desbalanço muscular, entre outros). O não tratamento dos quadros de instabilidade patelar permite que novos eventos de deslocamento da patela ocorram, podendo causar lesão de cartilagem, dor, limitação funcional e artrose precoce. O tratamento pode ser conservador (fisioterapia, fortalecimento muscular e educação do paciente) ou cirúrgico. As principais opções de tratamento cirúrgico são: reconstrução do ligamento patelofemoral medial e osteotomia da tuberosidade anterior da tíbia.

LESÃO DO MENISCO 150 150 neural

LESÃO DO MENISCO

O menisco é uma cartilagem especializada que fica dentro do joelho, entre o fêmur (osso da coxa) e a tíbia (osso da perna), atuando como um amortecedor do joelho e protegendo a cartilagem articular. A lesão do menisco pode ocorrer por causas degenerativas ou traumáticas e leva a dor e sintomas mecânicos (bloqueio articular, sensação de instabilidade).

As lesões do menisco têm baixo poder de cicatrização, por isso elas podem progredir para osteoartrose. O tratamento pode ser conservador (analgesia, perda de peso, fortalecimento de membros inferiores, infiltração), adotado principalmente nas lesões meniscais degenerativas em pacientes mais velhos, ou cirúrgico (meniscectomia ou sutura do menisco) adotado principalmente em pacientes mais jovens com lesão meniscal traumática ou havendo falha do tratamento conservador.

ARTROSE DO JOELHO 150 150 neural

ARTROSE DO JOELHO

A osteoartrose é uma doença degenerativa das articulações que acomete principalmente pacientes mais idosos. Nela a cartilagem articular fica difusamente desgastada causando dor, edema articular, rigidez e restrição de movimentos da articulação acometida.

São várias as causas que podem levam ao desenvolvimento da osteoartrose: sobrepeso/obesidade, excesso de demanda articular, fraturas, traumas, deformidade dos membros inferiores, doenças sistêmicas, doenças congênitas e cirurgias prévias, por exemplo.

O diagnóstico é feito por meio de história clínica (dor, rigidez articular), exame físico (derrame articular, alteração do eixo do membro, diminuição da amplitude de movimento) e exames radiológicos, principalmente radiografia (diminuição do espaço articular, esclerose óssea, cistos subcondrais, osteófitos).

Não existe cura para osteoartrose, o tratamento visa diminuir a progressão da doença e aliviar os sintomas do paciente. O tratamento conservador, primeira linha de tratamento, consiste em modificação dos hábitos de vida, perda de peso, fortalecimento dos membros inferiores e métodos analgésicos. Alguns pacientes podem se beneficiar de infiltrações articulares (corticoide e viscossuplementação) como segunda linha de tratamento conservador.

O tratamento cirúrgico, com osteotomias ou artroplastia do joelho, é empregado quando há forma avançada da doença com resposta insatisfatória ao tratamento conservador e prejuízo as atividades cotidianas e laborais.