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LESÃO DOS MÚSCULOS ISQUIOTIBIAIS

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LESÃO DOS MÚSCULOS ISQUIOTIBIAIS 

A lesão dos músculos isquiotibiais, posterior da coxa, é uma lesão comum em praticantes de atividade física. Especialmente em praticantes de esportes que precisam de corridas rápidas (tiros, sprints), como atletismo, futebol e basquete. 

A lesão dos músculos isquiotibiais é uma lesão que ocorre nos músculos da parte posterior da coxa. A maior dessas lesões evolui bem com o tratamento conservador . 

Anatomia 

Três músculos que correm pela parte posterior da coxa formam o complexo de músculos isquiotibiais: 

  • Semitendíneo 
  • Semimembranoso 
  • Bíceps femoral 

Os músculos isquiotibiais começam na parte inferoposterior da pelve, em um acidente ósseo chamado tuberosidade isquiática, descem pela parte posterior da coxa e se inserem na perna.  

Os músculos isquiotibiais são responsáveis por fazer a extensão do quadril (esticar a perna para trás) e fazer a flexão do joelho (dobrar a perna) 

Descrição 

A lesão dos músculos isquiotibiais é separada em graus, conforme sua gravidade: 

  • Grau 1- lesão < 5% 
  • Grau 2 – lesão de 5 a 50% 
  • Grau 3 – lesão > 50% 

Quanto maior a lesão maior o tempo que leva até a cicatrização completa e retorno aos esportes sem restrição. As lesões grau 1 permitem retorno em alguns dias. Já as lesões grau 3 podem demorar meses para cicatrizar completamente ou precisar de tratamento cirúrgico. 

A maioria das lesões musculares ocorrem no ventre muscular ou na transição entre o músculo e o tendão, mas algumas lesões podem ocorrer próximo a junção com o osso. 

Causas  

Sobrecarga 

A principal causa de lesão dos músculos isquiotibiais é a sobrecarga. Isso pode acontecer quando um dos músculos é muito alongado ou quando ele precisa fazer muita força. O mecanismo mais comum para que isso ocorra é a contração excêntrica, ou seja, o músculo contrai enquanto está sendo alongado. 

Fatores de Risco 

São vários os fatores de risco que podem te levar a ter lesão dos músculos isquiotibiais 

  • Encurtamento muscular 
  • Desbalanço de força entre os diferentes grupos musculares 
  • Falta de treinamento
  • Fadiga muscular 

Sintomas 

O principal sintoma da lesão dos músculos isquiotibiais é a dor súbita e incapacitante durante um esforço de alta intensidade. Essa dor pode ser acompanhada de um estalo. Tardiamente podem surgir edema, hematoma e falha muscular no local da lesão. A fraqueza muscular e a dor podem durar por meses. 

Consulta 

Durante a consulta tendo definir o local exato e a extensão da lesão. Para planejar o melhor tratamento e prevenir novas lesões é importante definir junto ao paciente qual seu nível de atividade, demanda física deseja, rotina de treinamentos, expectativa de desempenho. 

Exames de Imagem 

Os principais exames de imagem para investigação de lesões musculares são a ultrassonografia e a ressonância magnética. 

Tratamento 

O tratamento das lesões dos músculos isquiotibiais depende principalmente da extensão da lesão. O objetivo do tratamento é reestabelecer a função desejada pelo paciente. 

O tratamento deve focar não apenas em recuperar sua função e te fazer retornar ao esporte, mas também em identificar os fatores que te levaram a ter a lesão e corrigi-los. 

Tratamento Conservador 

A maioria das lesões dos músculos isquiotibiais evolui bem com tratamento conservador. 

Medidas simples podem te ajudar muito. 

Nas primeiras 48 a 72 horas: 

  • Evite novas lesões, faça um repouso relativo
  • Mantenha a perna elevada 
  • Use analgésicos e faça compressas geladas para lidar com a dor 
  • Se necessário, use anti-inflamatórios 
  • Use uma meia elástica compressiva 
  • Informe-se sobre sua lesão, estratégias de tratamento, tempo de recuperação 

Após 48 a 72 horas, você deve progredir etapas no tratamento 

  • Inicie exposição gradativa de cargas e movimento para o músculo lesionado 
  • Seja otimista quanto ao seu processo de recuperação 
  • Inicie exercícios aeróbios de baixa intensidade 
  • Faça exercícios focados em mobilidade articular, força e propriocepção 

Além disso, o acompanhamento conjunto com um fisioterapeuta é sempre bem vindo. 

Tratamento Cirúrgico 

O tratamento cirúrgico raramente é necessário nas lesões dos músculos isquiotibiais. MAs ele pode ser necessários em lesões musculares muito grandes ou nas avulsóes ósseas 

Reabilitação 

Durante a reabilitação pós-operatória você pode precisar de imobilizadores, muletas e fisioterapia. 

Esse processo pode demorar meses e deve ser acompanhado em conjunto entre médico e fisioterapeuta. 

Avanços no Tratamento 

Atualmente tratamentos pouco invasivos, como uso de Plasma Rico em Plaquetas (PRP), terapia com célula tronco mesenquimas (MSC) e outros produtos biológicos estão sendo estudados no tratamento das lesões musculoesqueléticas.

 

Se você tem, teve ou costuma ter lesões musculares, eu posso te ajudar. Agende uma consulta.

 

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CANELITE

SÍNDROME DA BANDA ILIOTIBIAL

MENISCO DISCOIDE

MENISCO DISCOIDE 150 150 Iberê Datti

MENISCO DISCOIDE 

O menisco é uma estrutura cartilaginosa que fica dentro do joelho, entre o fêmur e a tíbia. Ele tem várias funções, mas pode-se considerar que ele funciona como um amortecedor dentro do joelho. 

Cada joelho tem 2 meniscos, o menisco lateral e o menisco medial. 

O menisco saudável tem um formato de C. O menisco discoide é uma condição na qual o menisco apresenta um formato com o preenchimento do espaço vazio no meio do C e fica com aspecto ovalado ou de disco. 

Meniscos discoide são mais propensos a sofrer lesões. Muitas pessoas com menisco discoide vão passar a vida sem ter sintomas relacionados a ele. Nesses casos nenhum tratamento é necessário. 

Já se houver dor ou sintomas mecânicos associados a um menisco discoide lesionado o tratamento cirúrgico pode ser necessário. 

Anatomia 

O menisco possui diversas funções dentro do joelho, mas a principal delas é atual como um amortecedor que protege as cartilagens do fêmur e da tíbia. 

Cada joelho tem 2 meniscos, o menisco lateral e o menisco medial. Cada menisco é fixado dentro do joelho por meio de ligamentos e inserções ósseas. 

O menisco saudável deve ter o aspecto de uma lua crescente, mas em algumas pessoas o menisco tem o formato de meia-lua ou circular. Chamamos essa condição de menisco discoide. 

É mais comum encontrar o menisco discoide na parte lateral do joelho, mas ele também pode acometer a parte medial. Algumas pessoas têm menisco discoide em ambos os joelhos. 

Tipos de Menisco Discoide 

Existem 3 tipos de menisco discoide 

  • Menisco discoide incompleto 
  • Menisco discoide completo
  • Menisco discoide hipermóvel/Wrisberg (nessa variedade alguns ligamentos responsáveis por fixar o menisco estão ausentes, por isso o menisco fica instável dentro do joelho) 

Lesões do Menisco Discoide 

O menisco discoide é mais propenso a lesões do que os meniscos normais. Se for um menisco discoide instável, essa chance de lesão é ainda maior. 

Infelizmente a chance de um menisco cicatrizar é muito baixa. Dessa forma, lesões sintomáticas em um menisco discoide são quase sempre cirúrgicas. 

Causas 

A causa do menisco discoide ainda não está bem definida. Sabemos apenas que é uma condição já presente ao nascimento. 

As lesões do menisco discoide podem acontecer com traumas leves ou até mesmo durante atividades cotidianas. 

Sintomas 

Os principais sintomas da lesão do menisco discoide são: 

  • Dor
  • Inchaço no joelho 
  • Rigidez no joelho 
  • Travamento no joelho 
  • Sensação de falseio ou instabilidade 
  • Dificuldade para esticar o joelho todo 

Avaliação Médica 

É importante entender quais são as queixas do paciente, quando elas começaram, outras lesões que ele já teve e as expectativas em relação ao tratamento. 

Depois testes específicos do exame físico ajudam a identificar a lesão e seu local. 

Exames de Imagem 

As radiografias não são capazes de mostrar um menisco discoide, mas podem mostrar sinais indiretos da presença do menisco discoide e ajudam a avaliar outras condições que podem estar presentes. 

A ressonância magnética é o melhor exame que temos para diagnosticar o menisco discoide e as lesões que ele possa ter. Crianças pequenas muitas vezes precisam de sedação para fazer a ressonância magnética. 

Tratamento 

Se o diagnóstico do menisco discoide foi incidental e você não tem nenhum sintoma compatível com um menisco discoide lesada, nenhum tratamento é necessário. 

Já se você tem dor ou sintomas mecânicos (bloqueio/travamento no joelho, sensação de falseio/instabilidade) provavelmente uma cirurgia será necessária. 

Artroscopia de Joelho 

O tratamento cirúrgico do menisco discoide é realizado por meio de artroscopia do joelho. 

Durante essa cirurgia regularizamos o menisco para que ele fique com um formato semelhante ao de um menisco saudável e tratamos as lesões remanescentes com sutura ou ressecção. 

Nos casos de menisco instável/Wrisberg também fixamos o menisco ao planalto tibial. 

O paciente geralmente tem condições de alta no mesmo dia do procedimento cirúrgico. 

Reabilitação 

Dependendo da cirurgia realizada pode ser que você precise ficar um tempo com restrição de carga e limitação de flexão no joelho operado. A fisioterapia deve começar o mais rápido possível após a cirurgia. 

Boa parte dos pacientes consegue voltar as atividades físicas sem restrições em alguns meses.

 

Se você tem sintomas no seu joelho e acha que pode ter um menisco discoide ou uma lesão meniscal, eu posso te ajudar. Agende uma consulta.

 

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ARTROSCOPIA DO JOELHO

SUTURA DE MENISCO E MENISCECTOMIA

LESÃO DO MENISCO

TRANSPLANTE MENISCAL

GOTA E ARTRITE GOTOSA

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GOTA E ARTRITE GOTOSA

A gota é uma doença que causa episódios súbitos de inflamação intensa (dor importante, inchaço e vermelhidão) nas articulações e tecidos acometidos. A localização típica do primeiro episódio é na articulação do dedão do pé, mas todas as articulações podem ser acometidas. 

Apesar de causar sintomas muito incômodos e que por vezes parecem uma infecção, com o tratamento adequado a gota pode ser tratada. 

 Descrição 

A gota  é devido a um acúmulo excessivo de ácido úrico nos tecidos e articulações. 

Como reação do corpo a essa deposição existe uma resposta inflamatória intensa que provoca os sintomas típicos da gota (dor, calor local, vermelhidão, inchaço) e que muitas vezes remetem a um quadro infeccioso. 

Os episódios de gota aguda podem durar de 3 a 10 dias e tendem a melhorar aos poucos mesmo sem nenhum tratamento. Mas o tratamento faz os sintomas melhorarem bem mais rápido e ajuda a evitar novas crises. 

Que estruturas a gota pode acometer?

Muitas estruturas são afetadas pela gota. 

Articulações 

A articulação mais comumente acometida pela gota é a do dedão do pé, mas dedos das mãos, tornozelo, joelho, quadril e cotovelo também podem ser atingidas. 

Bursas 

As buras são pequenas bolsas ricas em líquido que ficam espalhadas pelo corpo e evitam o atrito entre estruturas adjacentes. As bursas mais acometidas pela gora são a do cotovelo (bursa olecraniana) e do joelho (bursa pré-patelar) 

Bainhas Tendíneas 

São estruturas pelas quais os tendões correm. A função das bainhas tendíneas é gruiar, proteger e nutrir os tendões nas regiões das mãos e dos pés. Em casos mais avançados de gota até mesmo a ruptura dos tendões pode ocorrer. 

Rins 

Altos níveis de ácido úrico favorecem o surgimento de pedra nos rins e podem causar lesão renal. Até 15% dos pacientes com gota têm pedra nos rins devido ao ácido úrico elevado. 

Progressão da Gota 

Depois de um primeiro episódio de gota pode demorar de meses a anos para haver um outro episódio. Entre as pessoas que não aderem ao tratamento preventivo adequado, o segundo episódio de gota aguda ocorre em até 2 anos. 

Os episódios subsequentes de gota aguda podem acometer mais de uma articulação por vez, ser mais intensos e ficar mais frequentes se a doença não for adequadamente controlada. 

Em casos de gota muito avançados e não tratados corretamente, depósitos de urato podem se depositar formando os tofos gotosos e as articulações são acometidas podendo evoluir para quadros de artrose avançada. 

Causas 

A gota é causada pelo depósito de ácido úrico nos tecidos. Os níveis de ácido úrico podem subir quando nosso corpo produz de mais ou não consegue eliminá-lo. 

Hiperuricemia é o nome dado a níveis de ácido úrico no sangue muito altos. 

É curioso notar que alguns pacientes com hiperuricemia não apresentam gota e outros com os níveis de ácido úrico bem controlado apresentam a doença. 

O Papel do Ácido Úrico 

O ácido úrico é produzido a partir da degradação das purinas (uma sibstância naturalmente encontrada no nosso corpo e nos alimentos). Nosso corpo mantém os níveis de ácido úrico controlados por meio da excreção renal. 

Até dois terços dos pacientes com ácido úrico elevado não apresentam gota. Ainda não sabemos os motivos de esses pacientes não desenvolverem gota, mesmo tendo níveis elevados de ácido úrico. 

Fatores de Risco 

Sexo 

Homens são mais acometidos que mulheres pela gota. Em mulheres a doença geralmente se desenvolve após a menopausa, o que indica que talvez haja um fator hormonal envolvido. 

Idade 

Homens geralmente apresentam a doença inicialmente entre os 30 e 45 anos. Mulheres, após a menopausa, entre 55 e 70 anos, 

Histórico Familiar 

Se alguém próximo na sua família tem gota, suas chances são aumentadas. 

Doenças Associadas 

Algumas doenças estão associadas a elevação do ácido úrico e gota, como: pressão alta, diabetes, doença renal, e algumas anemias. 

Uso de Medicações 

Aspirina, ciclosporina (imunossupressor) e remédios utilizados para tratar pressão alta, doença cardíca estão associados a maior prevalência de gota. 

Estilo de Vida 

Sobrepeso/obesidade e consumo excessivo de álcool são alguns dos hábitos de vida relacionados a aumento da chance de desenvolver gota. 

Sintomas 

Durante a crise de gota aguda a região afetada pode ficar bastante dolorosa, quente, vermelha e inchada. O local mais acometido é o dedão do pé (podagra). Os sintomas podem ser tão intensos que mesmo o toque do lençol pode ser doloroso. 

 Consulta Médica 

Durante a crise aguda de gota é importante descartar que haja um quadro infeccioso, para isso, algumas vezes, exames complementares podem ser necessários. 

Já nas consultas para controle da doença é importante saber informações a respeito do início e frequência dos sintomas, tratamentos instituídos até o momentos, doenças associadas, medicações em uso e estilo de vida. Muitas vezes o acompanhamento precisa ser em conjunto com colegas de outras especialidades e exames podem ser necessários. 

Exame de Sangue 

Os exames de sangue são importantes para avaliar seus níveis de ácido úrico e investigar possíveis doenças associadas que atuem como fator de risco para o desenvolvimento da gota. Nos casos agudos eles podem ser necessários para ajudar a descartar infecções. 

Análise do Líquido Sinovial 

É um exame que ajuda a confirmar o diagnóstico de gota. 

Tratamento 

O tratamento da crise aguda de gota consiste em melhorar os sintomas e tirar o paciente da crise. 

O controle da doença de base visa diminuir as crises agudas da doença. 

Controle da Crise Aguda de Gota 

  • Aplicação local de gelo 
  • Elevação do local acometido 
  • Repouso 
  • Analgésicos 
  • Anti-inflamatórios e corticoide
  • Colchicina 

Controle da Gota 

São candidatos ao tratamento com uso de medicamentos para controle da doença 

  • Crises agudas recorrentes 
  • Crises agudas muito sintomáticas e incapacitantes
  • Artrite gotosa (acometimento articular pela gota) 
  • Tofos gotosos 
  • Doença renal crônica 

Medicamentos Farmacológicas para Controle da Gota 

  • Alopurinol
  • Probenecide 
  • Febuxostato 

Medidas Não Farmacológicas para Controle da Gota 

  • Perda de peso 
  • Atividade física
  • Ingestão hídrica 
  • Evitar carboidratos simples e alimentos ricos em gordura 
  • Evitar consumo de álcool 

Tratamento Cirúrgico 

Remoção Cirúrgica dos Tofos Gotosos 

Os tofos gotosos podem ficar muito grandes, acometer articulações, causar prejuízo a função das mãos e impossibilidade de usar calçados, por exemplo. 

Artrodese 

Quando a gota acomete gravemente articulações para as quais não é possível colocar prótese a artrodese faz com que a diminuição do movimento no local melhore o quadro de dor pela degeneração articular. 

Artroplastia – Prótese Articular 

A articulação que mais precisa de prótese devido a artrite gotosa é o joelho. Esse é o último recurso para manter a função de um joelho gravemente acometido pela gota.

 

Se você tem Gota ou Artrite Gotosa eu posso te ajudar. Agende a Sua consulta.

 

 

OSTEOARTRITE PATELOFEMORAL

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OSTEOARTRITE PATELOFEMORAL 

 

A osteoartrite patelofemoral é uma doença degenerativa que acomete a cartilagem da patela e a tróclea do fêmur. Essa condição causa dor na parte da frente do joelho e pode dificultar atividades cotidianas como ajoelhar, agachar, subir e descer escadas. 

Anatomia 

A patela é um osso que fica na parte da frente do joelho e é facilmente palpável, ela funciona como uma polia que auxilia o quadríceps e facilita o movimento de extensão do joelho. A tróclea é a parte anterior distal do fêmur (osso da coxa) que se articular com a patela e guia seu movimento durante a extensão e flexão do joelho. 

Para manter um deslizamento suave entre os dois ossos a articulação é revestida pela cartilagem articular e lubrificada pelo líquido sinovial, rico em ácido hialurônico. 

Osteoartrite Patelofemoral 

A osteoartrite patelofemoral ocorre quando a cartilagem articular da patela e da tróclea femoral se degeneram, causando dor e inflamação, além de prejudicar o deslizamento suave entre as estruturas. 

Causas de Osteoartrite Patelofemoral 

Muitas vezes não conseguimos encontrar uma causa que justifique a osteoartrite patelofemoral, mas sabemos que essa doença pode ser a evolução de alguns dos problemas que também causam instabilidade ou quadro de dor anterior no joelho. 

Displasia 

Displasia é uma malformação anatômica do joelho que causa uma sobrecarga nas estruturas da parte anterior do joelho e leva a desgaste precoce da cartilagem articular no local. 

Sequela de Trauma 

Traumas no joelho, como fratura, luxação e lesão de cartilagem causam lesões na cartilagem, que frequentemente não consegue cicatrizar adequadamente e progride para osteoartrite patelofemoral. 

Sintomas 

O principal sintoma da osteoartrite patelofemoral é a dor, quase sempre na parte da frente do joelho. Em casos mais avançados a dor pode estar presente mesmo em repouso, mas geralmente ela é desencadeada e agravada por atividades que sobrecarregam a articulação patelofemoral, como agachar, ajoelhar, subir e descer escadas. 

Além disso, a osteoartrite patelofemoral pode causa rangidos, crepitações, estalos (às vezes altos o bastante para quem está ao lado ouvir), inchaço na articulação, rigidez e sensação de instabilidade no joelho. 

Tratamento 

Tratamento Conservador (Não-Cirúrgico) 

O tratamento conservador da osteoartrite patelofemoral é muito parecido com o tratamento das outras osteoartrites de joelho. 

  • Analgésicos e anti-inflamatórios 
  • Atividade física 
  • Mudança dos hábitos de vida 
  • Perda de peso 
  • Fisioterapia
  • Viscussuplementação e tratamentos biológicos 
  • Controle de doenças associadas 
  • Ablação dos nervos geniculares 

Tratamento Cirúrgico 

Os tratamentos cirúrgicos na osteoartrite patelofemoral são reservados para os casos de falha do tratamento conservador adequado 

Realinhamento do Mecanismo Extensor 

Alguns pacientes podem se beneficiar de cirurgias que mudem o funcionamento da articulação patelofemoral. Isso é feito por meio de liberação de partes moles e/ou transferência da tuberosidade anterior da tíbia (local de inserção do tendão patelar na tíbia). 

O objetivo desses tratamentos é diminuir a sobrecarga na áreas com doença mais avançada. 

Artroplastia Patelofemoral 

Trata-se de uma prótese parcial de joelho que substitui apenas o compartimento anterior do joelho (troclea e patela) por componente de metal e polietileno. 

A condição para que esse tratamento seja realizado é que não haja osteoartrite nos outros compartimentos do joelho. 

Artroplastia Total de Joelho 

Nos casos em que há indicação de artroplastia de joelho mas a artroplastia parcial está contraindicada, realizamos a artroplastia total de joelho (prótese total de joelho. 

Na prótese total de joelho toda a cartilagem do joelho é substituída por componentes de metal e plástico. 

Resultados do Tratamento 

Para a maioria dos pacientes o tratamento da osteoartrite patelofemoral é satisfatório e permite a manutenção das atividades diárias sem muitas limitações. 

 

 

Se você tem dor ou artrose na parte da frente do seu joelho, eu posso te ajudar. Agende a sua consulta. 

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LESÃO DO LIGAMENTO COLATERAL LATERAL (LCL)

LESÃO DO LIGAMENTO COLATERAL LATERAL (LCL) 150 150 Iberê Datti

LESÃO DO LIGAMENTO COLATERAL LATERAL 

Lesões ligamentares no joelho são lesões comuns entre praticantes de esportes, principalmente esportes de contato ou que exijam mudança brusca de direção. 

Os ligamentos são estruturas que têm como função primária manter a estabilidade do joelho. Existem vários ligamentos ao redor do joelho. Os 4 principais são o ligamento cruzado anterior (LCA), o ligamento cruzado posterior (LCP), o ligamento colateral medial (LCM) e o ligamento colateral lateral (LCL). 

Os ligamentos cruzados, ligamento cruzado anterior (LCA) e ligamento cruzado posterior (LCP), ficam no meio do joelho, no intercôndilo. Os ligamentos colaterais, ligamento colateral medial (LCM) e ligamento colateral lateral (LCL), ficam nos lados de dentro e de fora do joelho, respectivamente. 

Anatomia 

O joelho é formado por 3 ossos, o fêmur, osso da coxa, a tíbia, osso da perna, e a patela, osso que fica na parte da frente do joelho. Esses 3 ossos se conectam entre si por meio de ligamentos, que são as estruturas responsáveis por manter a congruência e a estabilidade da articulação. 

No joelho, os 4 principais ligamentos são: 

  • Ligamento cruzado anterior (LCA) 
  • Ligamento cruzado posterior (LCP) 
  • Ligamento colateral medial (LCM), na parte de dentro do joelho 
  • Ligamento colateral lateral (LCL), na parte de fora do joelho 

Os ligamentos cruzados, LCA e LCP, são os principais responsáveis pelo controle das translações anterior e posterior da tíbia. Já os ligamentos colaterais, LCM e LCL, são os principais responsáveis pela estabilidade em varo e valgo, desvio da perna para dentro ou para fora em relação a coxa. 

Descrição 

Os 4 principais ligamentos do joelho (LCA, LCP, LCM e LCL) são muito exigidos durante a prática esportiva, por isso são facilmente lesionados durante traumas diretos ou mudança brusca de direção. 

As lesões ligamentares pode ser classificadas conforme sua gravidade 

  • Grau 1: estiramento (lesões estruturais no ligamento sem alterações macroscópicas relevantes) 
  • Grau 2: lesão parcial do ligamento 
  • Grau 3: lesão completa do ligamento 

A incidência de lesão no ligamento colateral medial (LCM) é maior do que no ligamento colateral lateral (LCL). As lesões do ligamento colateral lateral (LCL) muitas vezes estão associadas a lesão de outros ligamentos do joelho. 

Causa 

As lesões do ligamento colateral lateral (LCL), geralmente ocorrem por traumas ou movimentos que forcem o joelho em valgo (perna ir para dentro em relação a coxa). 

Sintomas 

Os principais sintomas apresentados por um paciente com lesão do ligamento colateral lateral (LCL) são dor na parte de fora do joelho, inchaço no local da lesão e instabilidade no joelho. 

Consulta Médica 

Durante a consulta médica é importante entender o mecanismo de trauma, o nível de demanda física e expectativa do paciente. E fazer um exame físico minuncioso no joelho em busca de lesões associadas. 

Exames de Imagem 

Quase sempre as lesões ligamentares mais graves podem ser diagnosticadas por meio da anamnese e do exame físico. Porém, exames de imagem são importantes para identificar lesões associadas e planejar o procedimento cirúrgico, caso ele seja necessário. 

Radiografia 

As radiografias não permitem visualização dos ligamentos, mas elas podem indicar o grau de competência dos ligamentos e mostrar algumas alterações anatômicas que pode interferir no planejamento terapêutico 

Ressonância Magnética 

A Ressonância Magnética é o exame de imagem de escolha para confirmar a lesão dos ligamentos do joelho e avaliar lesões associadas (meniscos, cartilagem, osso subcondral) 

Tratamentos 

As lesões pequenas e parciais do ligamento colateral lateral (LCL), que não causem instabilidade significativa podem ser tratadas de forma conservadora, sem cirurgia. Já as lesões completas do ligamento colateral lateral (LCL) ou que causem instabilidade são melhor manejadas com tratamento cirúrgico. 

Tratamento Conservador (Não Cirúrgico) 

Gelo 

Faça compressas geladas sobre sobre o local da lesão. É uma ótima forma de ajudar a amenizar a dor e permitir maior mobilidade precoce. As compressas devem ser aplicadas por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, com intervalo mínimo de 1 hora entre as aplicações. Evite colocar o gelo ou a bolsa gelada diretamente sobre a pele, você pode usar um pano molhado entre a pele e a bolsa de gelo. 

Imobilizador 

Para que o ligamento colateral lateral (LCL) possa cicatrizar corretamente ele não deve sofrer novos traumas até o fim do processo. Os imobilizadores e joelheiras articuladas são uma forma de proteger o ligamento enquanto te permitem manter a rotina mais próximo do normal 

Fisioterapia 

A fisioterapia deve ser iniciada precocemente. Nela serão usadas estratégias analgésicas e exercícios para manutenção de mobilidade articular, fortalecimento e propriocepção. 

Tratamento Cirúrgico 

A maioria das lesões isoladas e de baixo grau dos ligamentos colaterais pode ser tratada sem cirurgia. Porém nos casos de lesões associadas, instabilidade ou falha do tratamento conservador inicial ele pode ser necessário. 

Retorno aos Esportes 

O retorno aos esportes depende do tipo de tratamento adotado e da avaliação funcional do paciente. Antes de retornas ao esporte deseja sem restrições o paciente deve estar seguro, com joelho estável, sem limitação do arco de movimento, com força e controle motor adequados e executando bem os movimentos específicos de seu esporte em ambiente controlado. Algumas vezes pode ser recomendável usar joelheiras para evitar reincidência das lesões.

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LESÃO DO LIGAMENTO COLATERAL MEDIAL (LCM) 150 150 Iberê Datti

LESÃO DO LIGAMENTO COLATERAL MEDIAL 

Lesões ligamentares no joelho são lesões comuns entre praticantes de esportes, principalmente esportes de contato ou que exijam mudança brusca de direção. 

Os ligamentos são estruturas que têm como função primária manter a estabilidade do joelho. Existem vários ligamentos ao redor do joelho. Os 4 principais são o ligamento cruzado anterior (LCA), o ligamento cruzado posterior (LCP), o ligamento colateral medial (LCM) e o ligamento colateral lateral (LCL). 

Os ligamentos cruzados, ligamento cruzado anterior (LCA) e ligamento cruzado posterior (LCP), ficam no meio do joelho, no intercôndilo. Os ligamentos colaterais, ligamento colateral medial (LCM) e ligamento colateral lateral (LCL), ficam nos lados de dentro e de fora do joelho, respectivamente. 

Anatomia 

O joelho é formado por 3 ossos, o fêmur, osso da coxa, a tíbia, osso da perna, e a patela, osso que fica na parte da frente do joelho. Esses 3 ossos se conectam entre si por meio de ligamentos, que são as estruturas responsáveis por manter a congruência e a estabilidade da articulação. 

No joelho, os 4 principais ligamentos são: 

  • Ligamento cruzado anterior (LCA) 
  • Ligamento cruzado posterior (LCP) 
  • Ligamento colateral medial (LCM), na parte de dentro do joelho 
  • Ligamento colateral lateral (LCL), na parte de fora do joelho 

Os ligamentos cruzados, LCA e LCP, são os principais responsáveis pelo controle das translações anterior e posterior da tíbia. Já os ligamentos colaterais, LCM e LCL, são os principais responsáveis pela estabilidade em varo e valgo, desvio da perna para dentro ou para fora em relação a coxa. 

Descrição 

Os 4 principais ligamentos do joelho (LCA, LCP, LCM e LCL) são muito exigidos durante a prática esportiva, por isso são facilmente lesionados durante traumas diretos ou mudança brusca de direção. 

As lesões ligamentares pode ser classificadas conforme sua gravidade 

  • Grau 1: estiramento (lesões estruturais no ligamento sem alterações macroscópicas relevantes) 
  • Grau 2: lesão parcial do ligamento 
  • Grau 3: lesão completa do ligamento 

A incidência de lesão no ligamento colateral medial (LCM) é maior do que no ligamento colateral lateral (LCL). As lesões do ligamento colateral lateral (LCL) muitas vezes estão associadas a lesão de outros ligamentos do joelho. 

Causa 

As lesões do ligamento colateral medial do joelho (LCM) ocorrem por forças ou movimentos que forcem o joelho em valgo (perna ir para fora em relação a coxa). 

Sintomas 

Os principais sintomas apresentados por um paciente com lesão do ligamento colateral medial (LCM) são dor na parte de dentro do joelho, inchaço no local da lesão e instabilidade 

Consulta Médica 

Durante a consulta médica é importante entender o mecanismo de trauma, o nível de demanda física e expectativa do paciente. E fazer um exame físico minucioso no joelho em busca de lesões associadas (outros ligamentos, menisco, cartilagem). 

Exames de Imagem 

Quase sempre as lesões ligamentares mais graves podem ser diagnosticadas por meio da anamnese e do exame físico. Porém, exames de imagem são importantes para identificar lesões associadas e planejar o procedimento cirúrgico, caso ele seja necessário. 

Radiografia 

As radiografias não permitem visualização dos ligamentos, mas elas podem indicar o grau de competência dos ligamentos e mostrar algumas alterações anatômicas que pode interferir no planejamento terapêutico. 

Ressonância Magnética 

A Ressonância Magnética é o exame de imagem de escolha para confirmar a lesão dos ligamentos do joelho e avaliar lesões associadas (meniscos, cartilagem, osso subcondral) 

Tratamentos 

As lesões do ligamento colateral medial (LCM) frequentemente são tratadas de forma não cirúrgica, com uso de imobilizador ou joelheira articulada, e os resultados são muito bons. 

As lesões do ligamento colateral medial (LCM) que não evoluem bem com o tratamento conservador, associadas a outras lesões do joelho ou que não tenham possibilidade de cicatrização adequada (“Stener-like”) são candidatas ao tratamento conservador. 

Tratamento Conservador (Não Cirúrgico) 

Gelo 

Faça compressas geladas sobre sobre o local da lesão. É uma ótima forma de ajudar a amenizar a dor e permitir maior mobilidade precoce. As compressas devem ser aplicadas por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, com intervalo mínimo de 1 hora entre as aplicações. Evite colocar o gelo ou a bolsa gelada diretamente sobre a pele, você pode usar um pano molhado entre a pele e a bolsa de gelo. 

Imobilizador 

Para que o ligamento colateral medial (LCM) possa cicatrizar corretamente ele não deve sofrer novos traumas até o fim do processo. Os imobilizadores e joelheiras articuladas são uma forma de proteger o ligamento enquanto te permitem manter a rotina mais próximo do normal 

Fisioterapia 

A fisioterapia deve ser iniciada precocemente. Nela serão usadas estratégias analgésicas e exercícios para manutenção de mobilidade articular, fortalecimento e propriocepção. 

Tratamento Cirúrgico 

A maioria das lesões isoladas e de baixo grau do ligamento colateral medial (LCM) pode ser tratada sem cirurgia. Porém nos casos de lesões associadas, instabilidade ou falha do tratamento conservador inicial o tratamento cirúrgico pode ser necessário. 

Retorno aos Esportes 

O retorno aos esportes depende do tipo de tratamento adotado e da avaliação funcional do paciente. Antes de retornas ao esporte deseja sem restrições o paciente deve estar seguro, com joelho estável, sem limitação do arco de movimento, com força e controle motor adequados e executando bem os movimentos específicos de seu esporte em ambiente controlado. Algumas vezes pode ser recomendável usar joelheiras para evitar reincidência das lesões. 

CANELITE

CANELITE 150 150 Iberê Datti

CANELITE 

A canelite é um problema bastante comum em praticantes de atividade física, principalmente entre praticantes de esportes que envolvem corrida. 

Medidas simples como repouso e controle da carga de treino costumam ser suficientes para resolver o problema. 

Descrição 

Canelite é a inflamação das estruturas que se inserem na tíbia, principalmente do periósteo e dos tendões. 

Causas 

A canelite ocorre tipicamente por sobrecarga dos tendões que se inserem na tíbia e geralmente está relacionada a excesso de treino ou progressão inadequada da carga de treino. A canelite é comum em praticantes de atividade que exijam corrida. 

São fatos que podem desencadear a canelite: 

  • Aumento da intensidade da atividade física 
  • Aumento do tempo semanal de atividade física 
  • Mudança do tipo de atividade física 
  • Mudança do terreno em que se pratica a atividade física (grama, chão duro, areia, terra) 
  • Alterações do arco plantar 
  • Diminuição da mobilidade do tornozelo 

Sintomas 

O sintoma típico da canelite é dor na parte de dentro da canela, que muitas vezes melhora após o aquecimento e piora com o fim do treino. A dor tende a melhorar gradualmente quando se interrompem os treinos. Top 

Consulta Médica 

Entender o esporte praticado e detalhes do treinamento é fundamental não apenas para tratar o episódio atual de canelite, mas também para evitar novos episódios de canelite ou outras lesões. 

Exames Físico 

A busca ativa de alterações anatômicas, biomecânicas e de técnica de execução de movimento é importante para tentar identificar e corrigir fatores que podem estar envolvidos no aparecimento da canelite. 

Problemas com Sintomas Semelhantes 

A canelite é uma das principais queixas dos corredores, mas outros problemas que causam sintomas parecidos podem existir. 

  • Fratura por Stress 
  • Tendinite 
  • Síndrome Compartimental Crônica 

Exames de Imagem 

Radiografia, ressonância magnética e cintilografia podem ser necessários para confirmar o diagnóstico de canelite ou descartar outras doenças. 

Tratamento 

O tratamento da canelite é clínico. 

  • Diminuição da carga de treino (em alguns casos pode ser necessário cessar completamente as atividades ou mudar temporariamente para atividades com menos impacto – “deep-running”, natação, ciclismo, elíptico, remoergômetro) 
  • Uso de analgésicos e anti-inflamatórios 
  • Compressa de gelo 
  • Fisioterapia 
  • Alteração de calçado e uso de palmilhas 
  • Melhora da técnica de execução do movimento 
  • Adequação do controle da carga de treino 

OSTEONECROSE DE JOELHO

OSTEONECROSE DE JOELHO 150 150 Iberê Datti

OSTEONECROSE DE JOELHO 

Osteonecrose de joelho é uma condição dolorosa no joelho que ocorre quando o suprimento sanguíneo para o fêmur, tíbia ou patela é insuficiente. Em casos graves a osteonecrose pode evoluir para osteoartrite de joelho com necessidade de colocação de prótese. 

Quando o diagnóstico da osteonecrose é precoce o tratamento pode ser apenas uso de analgésicos e restrição de carga no membro acometido. Nos casos de osteonecrose diagnosticados mais tardiamente os tratamentos cirúrgicos costumam ser necessários. 

Muitas vezes a osteonecrose de joelho é confundida com a fratura por insuficiência subcondral. Diferenciar bem as duas condições é importante, pois o tratamento de ambas as patologias é diferente. 

Anatomia 

O joelho é a maior e mais forte articulação do seu corpo. Ele é composto por 3 ossos, a parte dista do fêmur, a parte proximal da tíbia e a patela. As partes articulares desses ossos são revestidos por cartilagem, uma estrutura que permite o deslizamento suave entre as partes do joelho. Tendões e ligamentos conectam os 3 ossos que fazem parte do joelho.  

Os meniscos funcionam como amortecedores do joelho. E o joelho é revestido pela membrana sinovial, responsável pela produção de líquido sinovial, um lubrificante natural para o seu joelho. 

Causas 

A osteonecrose de joelho é causada quando o suprimento de sangue para algum dos ossos do joelho é insuficiente. Sem suprimento sanguíneo adequado o osso morre e colapsa gradualmente, evoluindo para artrose de joelho. 

A osteonecrose de joelho pode acometer qualquer pessoa, mas é mais comum em mulheres após os 50 anos. Existem alguns fatores de risco para essa doença. 

  • Traumas graves 
  • Uso crônico de corticoide 
  • Doenças reumatológicas como lúpus 
  • Doenças hematológicas como anemia falciforme e trombofilias 
  • Imunossupressão 
  • Abuso de álcool 

Independentemente da causa, quanto mais tarde a osteonecrose é diagnosticada maior a chance do paciente precisar de uma prótese de joelho. 

Sintomas 

A principal queixa do paciente é dor, geralmente progressiva. Com a evolução da doença o paciente vai ficando cada vez mais limitado em suas atividades. Outros sintomas são: 

  • Inchaço 
  • Limitação da amplitude do movimento 
  • Incapacidade de descarregar peso no membro acometido 

A progressão para estágios de artrose avançada de joelho pode demorar anos e o tratamento precoce está associado a melhores desfechos. 

Consulta Médica 

Um ponto importante da consulta médica nos casos de osteonecrose de joelho é definir fatores de risco, doenças associadas e tratá-los.  

Outro ponto importante é identificar outras lesões do joelho, além da osteonecrose, que também podem estar causando os sintomas. 

Além disso, a osteonecrose pode acometer outras articulações, principalmente joelho contralateral, cabeça do fêmur e úmero. Por isso devemos perguntar ativamente sobre sintomas em outras partes do corpo. 

Exame Físico 

No exame físico tento definir quais são os pontos de maior dor e investigo outras lesões que também podem causar sintomas, me atento a: 

  • Inchaço 
  • Calor 
  • Vermelhidão 
  • Arcos de movimento passivo e ativo 
  • Sinais de instabilidade articular 
  • Leões de músculos e tendões próximas ao joelho 

Exames de Imagem 

Radiografia 

Nos estágios iniciais da osteonecrose de joelho pode ser normal. Nos estágios mais avançados avalia a gravidade da artrose e do colapso ósseo. 

Ressonância Magnética 

É o melhor exame para avaliação da osteonecrose de joelho, permitindo inclusive o diagnóstico nos estágios mais inciais da doença. 

Cintilografia Óssea 

Em alguns casos pode ajudar no diagnóstico da osteonecrose de joelho. Também pode ser usado para investigar o acometimento de oturas articulações. 

Tratamento 

O tratamento da osteonecrose de joelho depende de uma série de fatores, entre eles: 

  • Estágio da doença 
  • Local e extensão do acometimento pela doença 
  • Doenças de base e fatores causais 

Tratamento Conservador (Não-Cirúrgico) 

Farmacológico 

  • Analgésicos 
  • Anti-inflamatórios 
  • Opióides 
  • Bifosfonados e Ácido Zoledrônico 

Restrição de Carga e Mudança de Atividades 

Uso de muletas ou andador, evitar atividades de impacto e adotar medidas que diminuam a sobrecarga no joelho. 

Exercícios 

Manter o fortalecimentos e a mobilidade dos membros inferiores com exercícios de baixo impacto ou sem impacto. 

Tratamento Cirúrgico 

Nos casos de dor importante que não melhora com o tratamento conservador, de doença extensa ou de evolução para artrose o tratamento cirúrgico da osteonecrose de joelho pode ser indicado. Entre as possibilidades de tratamento cirúrgico para a osteonecrose de joelho estão: 

  • Descompressão 
  • Transplante Osteocondral e Procedimentos de Salvação para a Cartilagem 
  • Artroplastia de joelho 

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OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA

OSTEOPOROSE E OSTEOPENIA 150 150 Iberê Datti
Osteopenia e Osteoporose

Osteoporose é uma doença em que o osso vai ficando mais fino, mais fraco e mais propenso a fraturas. Em adultos acima dos 50 anos a incidência chega a ser de mais de 50%. Você ou alguém próximo pode estar em risco e nem saber. 

Osteopenia pode ser considerada uma osteoporose leve ou um estado de “pré-osteoporose”, o começo da doença, e também deve receber atenção, pois nela o risco de fraturas também é aumentado. 

 Por que temos osteoporose? 

Nossos ossos são estruturas vivas, em constante processo de mudança.  

Até por volta dos 30 anos nosso corpo produz e degrada osso em taxas semelhantes (chamamos isso de remodelamento ósseo). Na verdade, até o começo da idade adulta, a taxa de produção é ainda maior que a de degradação. Esse é o melhor momento para construir o seu estoque de massa óssea. 

Com o envelhecimento o taxa de produção óssea vai diminuindo, até que fica significativamente menor do que a de degradação, levando ao enfraquecimento ósseo e todos os problemas associados a essa doença. 

 O papel do gênero na osteoporoseÉ mais comum em mulheres

Em mulheres após a menopausa a ausência de estrogênio faz com que a perda de massa óssea seja ainda mais acelerada, por isso em homens essa doença geralmente se manifesta mais tardiamente. Além disso, mulher naturalmente já tem ossos menores e mais finos. Por isso, se você for mulher e já tiver passado da menopausa tenha atenção redobrada. 

 Causas e fatores de risco

Além da causa mais conhecida, mulher pós-menopausa, algumas doenças e medicações podem predispor a essa doença, tanto em homens quanto em mulheres. São os principais fatores de risco: 

  • Idade > 50 anos 
  • IMC < 20 
  • Peso < 57,6Kg 
  • Histórico familiar de osteoporose 

Uso crônico de alguns medicamentos 

  • Corticoide 
  • Anticonvulsivantes 
  • Quimioterápicos e antineoplásicos 
  • Diuréticos 
  • Lítio 
  • Antiácidos contendo alumínio 
  • Anticoncepcionais orais a base de progesterona 

Doenças 

  • Síndrome do intestino irritável e doença celíaca 
  • Câncer de próstata e mama 
  • Doença renal crônica 
  • Insuficiência hepática 

Doenças reumatológicas/auto-imunes 

  • Lúpus
  • Artrite reumatoide
  • Esclerose múltiplas
  • Espondilite anquilosante 

Doenças hematológicas 

  • Leucemia 
  • Linfoma 
  • Mieloma múltiplo 
  • Anemia falciforme 

Doenças neurológicas

  • AVC 
  • Lesão medular 
  • Doença de Parkinson 

Doenças endocrinológicas 

  • Hiperparatireoidismo 
  • Hipertireoidismo 
  • Diabetes 
  • Síndrome de Cushing 
  • Menopausa precoce

Cirurgias 

  • Transplante de órgão 
  • Cirurgias bariátricas 

Nutrição 

  • Baixa ingestão de cálcio e vitamina D 
  • Baixo aporte proteico 
  • Distúrbios alimentares 

Estilo de vida 

  • Consumo excessivo de álcool (mais que uma dose para mulheres e mais que 2 doses para homens) 
  • Tabagismo 
  • Sedentarismo 

Sinais de que você pode ter osteoporose 

Fraturas por traumas do cotidiano, que dificilmente causariam problema a uma pessoa mais jovem, são um forte indício de que você pode ter osteoporose. Alguns pacientes chegam a ter fratura da coluna lombar quando o carro passa rápido por uma lombada ou ao levantar uma mala de viagens, por exemplo. 

Formas de prevenção

  • Dieta com bom aporte de cálcio 
  • Fonte adequada de vitamina D (na dieta ou por exposição solar) 
  • Atividades físicas resistidas e de impacto
  • Controle de doenças associadas

Avaliação Médica 

Realizo uma anamnese detalhada em busca de fatores de risco para osteoporose (descritos acima) e achados sugestivos dessa doença, como: 

  • Perda progressiva de altura 
  • Aumento da cifose da coluna torácica 

 Quem deve ser investigado? 

Pacientes com alto risco de osteoporose ou com fraturas por trauma de baixa energia devem passar por avaliação médica. 

 Exames 

Na suspeita de osteopenia/osteoporose a densitometria óssea deve ser realizada. 

Mas outros exames também devem ser analisados 

  • Hemograma completo 
  • Cálcio 
  • Albumina (liga no cálcio e interfere no valor sérico) 
  • Fosfato 
  • Fosfatase alcalina 
  • PTH 
  • TSH 
  • T4 
  • T4 livre
  • Vitamina D (25OH) 
  • Calciúria de 24 horas 
  • Creatinina 
  •  RX lateral de coluna torácica e lombar 

Densitometria Óssea e o T-score 

A densitometria óssea é o exame que avalia a qualidade de nosso osso. 

O resultado desse exame é dado pelo T-score, uma medida que compara a densidade do seu osso com a de um paciente saudável de 30 anos. 

  • T-score > -1, osso saudável 
  • T-score entre –1 e –2,5, osteopenia 
  • T-scores < -2,5, osteoporose 

Prevenção e Tratamento 

Uma vez constatado que você tem osteopenia ou osteoporose, deve-se iniciar o tratamento visando diminuir sua chance de fraturas. 

O tratamento consiste entre outras coisas: 

Adequação da dieta

Sua dieta deve ser ajustada para que ela tenha bom aporte de proteínas, cálcio e vitamina D.

Mudança dos hábitos de vida 

Mudar seus hábitos de vida prejudiciais é fundamental para o sucesso do tratamento. É fundamental:

  • Cessar o tabagismo
  • Diminuir o consumo de bebidas alcoólicas
  • Sair do sedentarismo

Medicações 

Algumas medicações interferem no metabolismo ósseo e diminuem o ritmo de perda de massa óssea.

Medidas ambientais 

Modificações do ambiente para diminuir a chance de quedas e de fraturas.

Controle adequado de doenças associadas 

Terapia de reposição hormonal 

Mulheres com menos que 60 anos, menopausa há menos de 10 anos e sintomas climatéricos podem ter indicação de terapia de reposição hormonal.

Holiday 

O tratamento da osteoporose com drogas antirreabsortivas, como os bifosfonados (alendronato, ibandronato, risendronato), não deve ser continuo ou por tempo ilimitado. Após um tempo de uso dessas medicações elas devem ser suspensas, esse período sem medicação é chamado de “Holiday”. 

 

Se você tem osteoporose ou considera que tem risco aumentado para osteoporose, eu posso te ajudar. Agende a Sua Consulta.  

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Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato que eu posso te ajudar.

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OSTEOPOROSE – PREVENÇÃO E TRATAMENTO

FRATURA POR INSUFICIÊNCIA SUBCONDRAL

SÍNDROME DA DOR ANTERIOR DO JOELHO E CONDROMALÁCIA

SÍNDROME DA DOR ANTERIOR DO JOELHO E CONDROMALÁCIA 150 150 Iberê Datti

Síndrome da Dor Anterior do Joelho e Condromalácia

Aqui abordarei dor na parte da frente do joelho, na região da patela. Dores um pouco mais baixas, na região da tíbia, podem ser por doença de Osgood-Schlatter.

Dor na parte anterior do joelho é bastante comum, é a principal queixa do consultório de um especialista em joelho. Ela pode acometer qualquer pessoa (incluindo crianças e adolescentes), mas ocorre mais em meninas e mulheres. 

A dor anterior no joelho geralmente não está associada a alterações anatômicas ou doenças articulares. As principais causas são excesso de carga de treino e falta de fortalecimento adequado. Na maioria das vezes medidas simples como repouso, analgésicos, gelo, alongamento e fortalecimento serão suficientes para que você possa voltar a sua rotina normalmente. 

Anatomia 

O joelho é a maior e mais forte articulação do seu corpo. Ele é composto por 3 ossos, a parte dista do fêmur, a parte proximal da tíbia e a patela. As partes articulares desses ossos são revestidos por cartilagem, uma estrutura que permite o deslizamento suave entre as partes do joelho. Tendões e ligamentos conectam os 3 ossos que fazem parte do joelho. 

Causas 

Muitas vezes não é possível definir a causa da dor anterior no joelho. Mas diversos fatores estão relacionados a dor anterio no joelho: fraqueza do quadríceps, desbalanço entre os músculos da coxa e da perna, alterações anatômicas, falta de alongamento, treinamento mal planejado, exercícios mal executados. 

Sintomas  

O sintoma mais comum na dor anterior no joelho é um incômodo que começa gradualmente e vai piorando, frequentemente relacionado à atividade física, subir ou descer escadas e ficar muito tempo sentado com o joelho dobrado. Outros sintomas comuns são: 

  • Estalos, rangidos e crepitações em joelhos 
  • Dor noturna 
  • Dor durante atividades que dobram repetidamente o joelho (salto, agachamento, corrida e outros exercícios envolvendo levantamento de peso) 
  • Dor relacionada mudanças no treinamento (carga de treino, superfície, técnica) 

A síndrome da dor anterior no joelho dnão deve causar inchaço ao redor do joelho ou sintomas como travamento, bloqueio, sensação de corpo livre ou instabilidade no joelho. Esses sintomas sugerem um problema mecânico e são motivo para investigação médica mais cuidadosa. 

Exame Físico 

Durante o exame físico uma série de fatores que podem estar relacionados ao quadro de dor anterior no joelho precisam ser observados. Por isso as avaliações estática, dinâmica e testes específicos são importantes. Entre as avaliações realizadas estão: 

  • Alinhamento das pernas 
  • Posição das patelas 
  • Estabilidade do joelho e da patela 
  • Pontos e movimentos dolorosos 
  • Força e mobilidade do tornozelo e do quadril 
  • Avaliação da musculatura da perna 

Exames de Imagem 

Os exames de imagem nem sempre são necessários. Na maior parte das vezes, a anamnese e o exame físicopermitem iniciar o tratamento adequado sem necessidade de exames de imagem. Mas nos casos de falha do tratamento conservador inicial, suspeita de lesão condral sintomática ou instabilidade os exames de imagem podem ajudar. Os principais exames de imagem para avaliar a articulação patelofemoral são: 

  • Radiografias do joelho e panorâmica dos membros inferiores 
  • Tomografia computadorizada do joelho 
  • Ressonância magnética do joelho 

  Cada um desses exames avalia aspectos diferentes do paciente e deve ser solicitado de forma individualizada. 

Principais Causas de Dor na Parte da Frente do Joelho 

  • Tendinites: patelar, quadricipital, dos isquiotibiais 
  • Bursites: existem mais de 10 bursas ao redor do joelho, todas elas podem causar dor 
  • Lesão de cartilagem 
  • Lesão do corno anterior dos meniscos 
  • Síndrome da hiperpressão patelar lateral 
  • Edema ósseo subcondral 
  • Condromalácia patelar 

Tratamento 

Algumas mudanças de hábito simples podem aliviar suas dores anteriores no joelho. 

Orientações do Paciente 

Nunca podemos nos esquecer que o paciente deve ter ciência de seus problemas de saúde e ser participante ativo na tomada de decisões e no tratamento 

Mudanças nas Atividades 

Você provavelmente já sabe quais são os movimentos e intensidades de treino que te causam desconforto. Evite-os até que seu problema esteja resolvido. 

Perda de Peso 

Chega até a ser clichê. Emagrecer é benéfico não só para o tratamento de problemas ortopédicos. 

Melhora da Técnica de Execução do Movimento 

Eventualmente detalhes técnicos da execução do exercício podem ser melhorados. Um profissional de educação física vai conseguir avaliar a qualidade do seu movimento e te auxiliar. 

Controle da Carga de Treino 

Muitas vezes os quadros de dor anterior do joelho estão associados com treinos mal planejados, com excesso de volume, intensidade ou repouso inadequado. 

Progressão Gradual 

Aumente o volume e a intensidade de treino aos poucos, não precisa de pressa.  

Fisioterapia 

Conta com estratégias de controle de dor e fortalecimento, é parte praticamente obrigatória do tratamento em boa parte das vezes. Você sabia que é possível usar fisioterapia não apenas como forma de tratamento das lesões, mas também como ferramenta de prevenção de lesões? 

Fisioterapia boa é fisioterapia com exercício. Ela não deve ser limitada a aparelhinhos e manipulações. 

Gelo 

Aplicar compressas geladas por 15 a 20 minutos, várias vezes ao dia, ajuda no alívio da dor e permite que você se mantenha ativo. 

Uso de Órteses e Palmilhas 

Em alguns casos órteses e palmilhas podem ajudar a melhorar os quadros de dor anterior do joelho. Mas normalmente não é a primeira opção terapêutica e não deve ser adotada isoladamente. 

Analgésicos e Anti-Inflamatórios 

Não devemos tomar remédio desnecessariamente, mas também não precisamos ficar sofrendo com dor e limitação para atividades diárias. Algumas vezes terapias farmacológicas são muito bem vindas. 

Quando me Preocupar 

Os quadros de dor anteiror no joelho costumam melhorar e não despertar grande preocupação no ortopedista, mas alguns sinais indicam que você deve procurar um especialista para te ajudar. 

  • Dor que não melhora com o tratamento conservador adequado 
  • Dor muito incapacitante 
  • Joelho ficar inchado 
  • Sensação de falseio ou instabilidade no joelho 
  • Bloqueio ou travamento do joelho 
  • Sensação de corpo livre ou alguma coisa solta dentro do joelho 

 

Se você sofre com dores na parte da frente do joelho, eu posso te ajudar. Agende a Sua Consulta. 

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Se você ficou com alguma dúvida, entre em contato que eu posso te ajudar.

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